A vontade de Schopenhauer

O que representa para nós. O dinheiro, ferramenta que nos dará brevíssimos momentos de felicidade? E para o mundo? O dinheiro deu e dará o apocalipse do planeta.

Filósofo do pior dos mundos possíveis. Assim nos ensinaram. Sua verdadeira representação: o mundo mais fugaz, mais equivocado.

A vontade geral, que governa o caminhar do mundo, e a individual, do homem, podem ser absolutamente modificadas.

Essa é a grande mensagem do pensador alemão. Vivemos no pior dos mundos, entre os possíveis.

À busca destes, nossa escapatória é a arte. Das representações ideais, das plásticas, concretas e abstratas, estas você assimilará nas profundezas de seu intelecto. Da literatura como um todo, a começar de um verso, que determinará o conjunto da peça teatral.

Imaginação. A vontade bem representada. O esquecimento do mundo material, grosseiro e rústico. A busca do que esteja além de nosso pensamento,

esperando que superemos o presente, que nossa vontade coincida com a do pássaro que visita nossos jardins todas as manhãs. Eis uma parte de um pensador que viveu muito pouco, mas o bastante para nos confortar nessa passagem oblíqua por uma periferia.

* Amadeu Garrido de Paula, poeta e ensaista literário, é advogado, atuando há mais de 40 anos em defesa de causas relacionadas à Justiça do Trabalho e ao Direito Constitucional, Empresarial e Sindical. Fundador do Escritório Garrido de Paula Advocacia e autor dos livros:“ Universo Invisível” e “Poesia & Prosa sob a Tempestade”. Ambos à venda na Livraria Cultura.

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