Amargura

Amargura da psique torpedeia

as melhores almas poéticas

assassina a imagem e rareia

o garimpo de ideias frenéticas.

É a sina, sorte ou azar dos homens

presentes em cada esquina da rua

ou das estradas matadoras das coragens

daquela que agora é, logo será nua.

Assim segue o mundo labiríntico

das incertezas que machucam nossos olhos

veem o favo, o mel e o fatídico

É preciso seguir com o passo adiante

que mata por sufoco os répteis;

já proliferaram, encontrar-nos-ão na tumba distante.            

Amadeu Garrido de Paulaé Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

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