A polis dramática

Há vácuos que lembram o inescrutável

em certos momentos iludem os povos

coberturas de expressões dos magos

e os homens toleram o imponderável.

Em tais momentos de solertes levezas

os pobres andrajos sentem o descarrego

não  percebem o vil ultraje que o córrego

lança sobre eles e os aviltam de impurezas.

É o teatro sempre presente das tragédias

dos que se deixaram enganar sob as dunas

balançando aos ventos e que chamaram urnas

num domingo dos engajados nas comédias.

Hoje ao choro coletivo sentimos as inépcias 

de algo nascido das entranhas demagógicas

em menos de um ano perdemos as pródigas

imagens que se revelaram vãs e néscias.

Amadeu Garrido de Paulaé Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

*Para ler mais textos do autor, acesse o Blog Amadeu Garrido de Paula.

Esse texto está livre para publicação. Se precisar de  mais informações ou entrevistas entre em contato na  De León Comunicações:

Bruna Lyra Raicoski
Assessoria de Imprensa
bruna@deleon.com.br
(11) 5017-7604// 99655-2340

0 comentários em “A polis dramática”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *