O brinquedo da vida

Desliza suave no fino gelo

terra dos magos dos poemas

a respeitável caneta do elo

entre os poetas e os dilemas.

 

Escrever o impensável, rabiscar

os arabescos distantes do prado

cantar a vida é o pulsar e amar

as mulheres e homens em seu fado.

 

Viver enquanto dura o ser é preciso

viver só para si é fútil e grosseiro

sofrer sereno é o poente e o narciso.

 

E ao deixar a pena correr delicada e leve

a lembrar nossos maiores que se foram

as mãos que os descrevem brincam sobre a neve.

 

Amadeu Garrido de Paulaé Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

 

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Bruna Lyra Raicoski
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