Nosso povão de Deus

Leve como sua gente seguia o caminheiro

por picada estreita, mas livre de desgraças.

Desabou a avalanche, que o fez prisioneiro

e aos compatriotas, postos sob  borrascas.

 

Seu país inteiro ficou roto e triste no caminho

atordoado por maus feitos ditos de norte a sul

e a esperança salvadora, as urnas do ninho

suas janelas abertas para ingressar a luz azul

 

mostraram que se generalizam loucas delações

o povo boquiaberto via morrer seus direitos

e com eles suas fundadas crenças em ilusões.

 

Cárceres seriam poucos para colarinhos brancos

e nossos cárceres eram pocilgas de decapitações

antros dos pobres, aos demais tornozelos mancos.

 

Amadeu Garrido de Paulaé Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

 

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